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Como encontrar cursos no exterior que aceitam nível intermediário de idioma

Tempo de leitura estimado: 10 minutos

Você quer estudar fora, mas sente que seu inglês ainda não está “bom o suficiente”. Talvez já tenha pesquisado universidades, visto exigências de provas de idioma e concluído que precisa esperar mais um ou dois anos antes de tentar. Essa sensação é extremamente comum — e, na maioria das vezes, desnecessária.

A quebra de crença aqui é importante: você não precisa ter inglês avançado para começar um intercâmbio acadêmico. Existem cursos, programas e caminhos estruturados justamente para estudantes com nível intermediário.

O problema não é falta de oportunidades. É não saber onde procurar — e como identificar quais opções realmente aceitam o seu nível atual.

Neste artigo, vamos entender como encontrar cursos no exterior acessíveis para quem ainda não é fluente, quais estratégias aumentam suas chances de aprovação e como usar o idioma como parte do próprio processo de evolução internacional.

O que você vai aprender:

  • Por que muitas pessoas acreditam que precisam de inglês avançado para estudar fora
  • Quais tipos de cursos aceitam nível intermediário
  • Como identificar exigências de idioma nas universidades estrangeiras
  • Estratégias para aumentar suas chances mesmo sem fluência
  • Como o idioma pode evoluir durante o próprio intercâmbio

O mito da fluência obrigatória antes do intercâmbio

Um dos maiores bloqueios mentais de quem sonha em estudar fora é acreditar que só vale a pena aplicar quando estiver completamente preparado no idioma. Essa ideia parece lógica, mas ignora como o sistema educacional internacional funciona na prática.

Muitas instituições estrangeiras entendem que estudantes internacionais estão em processo de desenvolvimento linguístico. Por isso, criaram mecanismos de adaptação acadêmica, como cursos preparatórios, programas com suporte de idioma e admissões condicionais.

Ou seja, o idioma não é sempre um pré-requisito absoluto. Em muitos casos, ele é parte da jornada.

O perigo invisível aqui é esperar demais. Algumas pessoas passam anos tentando atingir um nível perfeito antes de aplicar, quando poderiam já estar estudando fora e evoluindo muito mais rápido em um ambiente de imersão.

Onde realmente existem oportunidades para nível intermediário

Existem três grandes caminhos que costumam aceitar estudantes com inglês intermediário, e entender essa estrutura muda completamente a forma como você pesquisa oportunidades.

O primeiro caminho envolve programas com suporte linguístico integrado. São cursos em que o estudante inicia com aulas de idioma acadêmico antes ou durante o início da graduação ou pós-graduação. Esse modelo é bastante comum em países como Canadá, Irlanda e Austrália, onde universidades têm departamentos específicos para estudantes internacionais.

O segundo caminho são cursos técnicos ou profissionalizantes, muitas vezes chamados de diplomas, certificates ou vocational programs. Essas formações costumam ter exigências linguísticas mais acessíveis do que graduações tradicionais, além de foco prático que facilita a adaptação do aluno.

O terceiro caminho envolve admissões condicionais. Nesse modelo, a instituição aceita o estudante academicamente, mas condiciona o início do curso principal à conclusão de um programa de idioma interno. Isso é bastante comum em universidades do Reino Unido e da Nova Zelândia.

Perceba que, em todos esses cenários, o idioma intermediário não é uma barreira definitiva — apenas um ponto de partida.

Você realmente está abaixo do nível exigido?

Antes de assumir que seu inglês não é suficiente, vale fazer uma análise mais objetiva. Muitas pessoas subestimam o próprio nível porque se comparam com falantes fluentes ou com padrões irreais de perfeição.

Reflita por um momento:

  1. Você consegue entender textos simples em inglês sem tradução constante?

  2. Consegue manter conversas básicas sobre rotina, estudos ou interesses?

  3. Consegue compreender a ideia principal de vídeos com legenda em inglês?

Se respondeu “sim” para duas dessas perguntas, é muito provável que você já esteja em um nível intermediário funcional — suficiente para diversas oportunidades internacionais com suporte linguístico.

O problema, muitas vezes, não é o nível. É a percepção do nível.

Como analisar exigências de idioma nos sites das instituições

Uma das maiores dificuldades de quem pesquisa cursos fora é interpretar corretamente as informações nos sites das universidades. Nem sempre as exigências aparecem de forma simples, e isso pode gerar a impressão de que todas as portas estão fechadas.

Ao procurar requisitos de idioma, é importante observar três pontos principais: a pontuação mínima exigida, a existência de programas preparatórios e a possibilidade de pathways ou foundation programs.

Muitas instituições apresentam uma nota mínima oficial para entrada direta no curso principal. Porém, logo abaixo, existe uma alternativa para estudantes que ainda não atingiram esse nível — normalmente um programa preparatório interno.

Quem não conhece essa estrutura acaba desistindo antes mesmo de entender as possibilidades.

O idioma evolui muito mais rápido durante o intercâmbio

Outro ponto fundamental é entender que o aprendizado linguístico muda completamente quando você está inserido no ambiente do idioma. No Brasil, o inglês costuma ocupar algumas horas semanais. No exterior, ele passa a ser parte da sobrevivência diária: compras, transporte, aulas, interações sociais.

Esse contexto cria um fenômeno chamado aprendizagem contextual, no qual o cérebro associa palavras e estruturas a experiências reais. O resultado é uma evolução muito mais rápida do que em ambientes tradicionais de estudo.

Por isso, esperar atingir fluência antes de viajar pode ser uma estratégia menos eficiente do que começar com nível intermediário e evoluir durante o processo.

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Foto de capa por Christian Wiediger na Unsplash

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Equipe Universidade do Intercâmbio
AUTOR
25 Fev 2026

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