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Pensar em uma carreira internacional pode parecer algo distante — quase um “plano para o futuro”, quando, na verdade, ela começa com decisões simples que você pode tomar agora. Muita gente acredita que só dá pra trabalhar ou estudar fora se tiver muito dinheiro, fluência total no idioma ou contatos internacionais. Mas a realidade é bem diferente.
A maioria das pessoas que hoje estuda, pesquisa ou trabalha fora começou exatamente do zero: sem visto, sem bolsa garantida e sem saber por onde começar. O planejamento de carreira internacional existe justamente para organizar esse caminho, evitar erros comuns e aumentar muito as suas chances de conseguir uma oportunidade fora do Brasil.
Neste artigo, vamos te mostrar como dar os primeiros passos de forma prática, estratégica e acessível.
O que você vai aprender:
- O que é, na prática, uma carreira internacional
- Por que planejamento é essencial para estudar ou trabalhar fora
- Como identificar seus objetivos profissionais no exterior
- Quais caminhos internacionais existem além do “trabalho direto”
- Como alinhar estudo, idioma e experiência desde cedo
- Erros comuns de quem tenta ir para fora sem planejamento
O que é uma carreira internacional (e o que ela não é)
Antes de tudo, é importante alinhar expectativas. Ter uma carreira internacional não significa apenas morar fora ou “conseguir qualquer trabalho em outro país”.
Uma carreira internacional envolve:
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Formação acadêmica estratégica (graduação, mestrado, doutorado, cursos técnicos ou de pesquisa)
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Desenvolvimento de competências valorizadas globalmente
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Experiência multicultural e acadêmica ou profissional
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Planejamento de médio e longo prazo
Intercâmbios para trabalhar no exterior
Ela pode começar com:
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Um intercâmbio acadêmico
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Uma bolsa de estudos
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Um programa de pesquisa
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Um curso de curta duração no exterior
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Um mestrado ou doutorado fora
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Ou até mesmo uma graduação completa em outro país
Ou seja: não existe um único caminho, e é exatamente por isso que planejar faz tanta diferença.
Por que o planejamento é tão importante?
Sem planejamento, o mais comum é:
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Estudar sem saber se aquele curso ajuda no futuro
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Aprender um idioma sem foco
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Perder prazos de bolsas importantes
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Acreditar que “ainda não é o momento”
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Descobrir oportunidades tarde demais
Trabalho remoto ou presencial no exterior: como escolher?
Com planejamento, você consegue:
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Escolher países e programas mais acessíveis
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Entender quais bolsas combinam com seu perfil
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Saber quando focar em idioma, documentos ou experiência
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Construir um currículo internacional aos poucos
Planejar não é engessar o futuro — é criar possibilidades reais.
Passo 1: Defina seu objetivo internacional (mesmo que ele ainda seja amplo)
Você não precisa ter tudo decidido, mas precisa de uma direção inicial. Algumas perguntas ajudam muito:
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Quero estudar fora ou trabalhar fora?
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Curto mais a área acadêmica ou prática?
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Me vejo fazendo mestrado, doutorado ou cursos técnicos?
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Tenho interesse em algum país ou idioma específico?
Exemplos de objetivos iniciais (totalmente válidos):
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“Quero fazer um mestrado fora com bolsa”
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“Quero estudar fora para melhorar meu currículo”
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“Quero trabalhar com pesquisa internacional”
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“Quero ter experiências acadêmicas fora do Brasil”
Esse objetivo pode mudar — e tudo bem. O importante é não caminhar no escuro.
Passo 2: Conheça os principais caminhos para uma carreira internacional
Muita gente acha que só existe um caminho: trabalhar fora. Mas, na prática, os mais acessíveis para brasileiros são:
1. Intercâmbio acadêmico
Ideal para quem está na graduação ou no ensino médio e quer começar cedo.
2. Graduação completa no exterior
Em países com universidades públicas ou bolsas para estrangeiros.
3. Mestrado e doutorado com bolsa
Um dos caminhos mais comuns para construir carreira internacional acadêmica ou profissional.
4. Pesquisa e iniciação científica
Muito valorizadas para quem pensa em pós-graduação fora.
5. Cursos de curta duração e programas de verão
Ótimos para ganhar experiência internacional e fortalecer o currículo.
Cada caminho exige estratégias e prazos diferentes — por isso, planejamento é essencial.
Passo 3: Comece a alinhar seu perfil desde agora
Mesmo que você ainda esteja longe de aplicar, já dá pra se preparar:
1. Idioma
Não precisa ser fluente de início, mas precisa de constância e foco no objetivo (acadêmico ou profissional).
2. Currículo
Experiências como projetos, monitorias, voluntariado e pesquisa contam muito.
3. Área de interesse
Explorar disciplinas, cursos extras e temas que façam sentido para o futuro internacional.
4. Organização de prazos
Bolsas e universidades funcionam com calendários bem diferentes do Brasil.
Habilidades mais valorizadas em vagas internacionais
Tudo isso é construído aos poucos, não de uma vez.
Passo 4: Evite os erros mais comuns
Alguns erros atrasam — ou até travam — o sonho internacional:
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Esperar “estar pronto” para começar
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Achar que só quem é gênio consegue bolsa
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Ignorar oportunidades fora dos países mais famosos
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Estudar sem estratégia
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Tentar fazer tudo sozinho, sem orientação
Informação certa, no momento certo, muda completamente o jogo.
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Foto de capa por Zulfugar Karimov na Unsplash