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Trabalhos mais comuns entre estudantes internacionais

Tempo de leitura estimado: 9 minutos

Uma das primeiras perguntas de quem começa a planejar um intercâmbio é simples e totalmente legítima: “vou poder trabalhar?” E logo depois vem outra, ainda mais importante: “trabalhar com o quê?”

A realidade é que trabalhar durante o intercâmbio é possível em muitos países, mas nunca é igual para todo mundo. Tudo depende do tipo de visto, do nível de estudo, da carga horária permitida, do país de destino e até do momento do curso em que o estudante está.

Por isso, antes de pensar em valores ou cargos, é essencial entender quais tipos de trabalho costumam ser permitidos para estudantes internacionais, como eles funcionam na prática e por que respeitar as regras do visto não é opcional — é o que garante que o intercâmbio continue legal do começo ao fim.

O que você vai aprender:

  • Por que o visto define se você pode trabalhar ou não
  • Quais são os tipos de trabalho mais comuns entre estudantes internacionais
  • Como o nível de estudo influencia as oportunidades
  • Por que o mesmo trabalho pode ser permitido em um país e proibido em outro
  • Como evitar erros que podem comprometer seu intercâmbio

Antes de tudo: trabalho e visto caminham juntos

Nenhum estudante internacional trabalha “porque quer” ou “porque precisa”.
Ele trabalha porque o visto permite — e só dentro do que o visto autoriza.

Cada país tem regras próprias, mas, no geral, os vistos de estudante definem:

  • Se o trabalho é permitido ou não

  • Quantas horas por semana podem ser trabalhadas

  • Em quais períodos (apenas durante as aulas ou também nas férias)

  • Se o trabalho pode ser dentro ou fora do campus

  • Se o cargo precisa estar relacionado à área de estudo

Ignorar essas regras pode gerar consequências sérias, como cancelamento do visto, dificuldades em futuras renovações e até problemas para aplicar para outros países depois.

Por isso, entender os tipos de trabalho mais comuns não é só uma questão financeira, mas também de planejamento e segurança.

1. Trabalhos dentro do campus: os mais comuns no início

Em muitos destinos, especialmente para quem faz graduação ou pós-graduação, os primeiros trabalhos costumam ser dentro da própria instituição. Isso acontece porque universidades têm mais facilidade para contratar estudantes internacionais respeitando as regras do visto.

Esses trabalhos variam bastante, mas geralmente envolvem funções administrativas, apoio acadêmico ou serviços básicos da universidade. Além de serem mais acessíveis, costumam ter horários mais compatíveis com a rotina de estudos e menos exigência de experiência prévia.

Outro ponto importante é que, em vários países, trabalhos on-campus têm regras diferentes dos trabalhos fora do campus, com menos burocracia e maior aceitação para estudantes recém-chegados.

2. Trabalhos fora do campus: quando e como eles aparecem

Os trabalhos fora do campus costumam surgir depois que o estudante já está mais adaptado ao país, ao idioma e às regras locais. Aqui, o tipo de trabalho permitido muda bastante de acordo com o destino e o visto.

Em geral, são atividades em setores como serviços, comércio, atendimento ao público e áreas operacionais. O ponto-chave é entender que o mesmo tipo de vaga pode ser legal em um país e proibido em outro, ou permitido apenas após um período mínimo de estudos.

Por isso, não dá para copiar a experiência de um amigo em outro país e assumir que será igual para você. Sempre é o visto que manda.

3. Estágios e trabalhos ligados à área de estudo

Para muitos estudantes, especialmente em cursos técnicos, graduação e pós-graduação, estágios e trabalhos acadêmicos fazem parte da própria formação. Em vários países, eles são regulamentados e até incentivados.

Nesses casos, o trabalho deixa de ser apenas uma forma de renda e passa a ser parte estratégica do intercâmbio, ajudando a construir currículo internacional, networking e experiência profissional.

Mas atenção: mesmo quando o estágio é obrigatório ou recomendado pelo curso, ele ainda precisa estar dentro das regras do visto. Em alguns destinos, isso exige autorização prévia, contrato específico ou carga horária limitada.

4. Trabalhos temporários e sazonais

Em países que recebem muitos estudantes internacionais, é comum existir uma oferta maior de trabalhos temporários em determinados períodos do ano, como férias, eventos, temporadas turísticas ou datas comemorativas.

Essas oportunidades costumam ser interessantes porque permitem aumentar a renda em momentos específicos, desde que o visto autorize o aumento de carga horária durante as férias. Esse detalhe muda muito de país para país e, se ignorado, pode gerar problemas mesmo em trabalhos aparentemente simples.

O nível de estudo muda tudo

Um erro comum é achar que todos os estudantes internacionais têm as mesmas permissões. Na prática, o nível de estudo faz muita diferença.

Estudantes de idiomas, graduação, mestrado e doutorado podem ter regras completamente distintas, mesmo dentro do mesmo país. Em alguns casos, estudantes de idiomas têm restrições maiores; em outros, programas de pós-graduação oferecem mais flexibilidade ou oportunidades acadêmicas remuneradas.

Por isso, quando falamos de “tipos de trabalho mais comuns”, estamos sempre falando dentro do contexto do curso e do visto — nunca de forma genérica.

Por que você nunca deve trabalhar fora das regras

Trabalhar sem permissão ou fora das condições do visto pode parecer uma solução rápida, mas quase sempre vira um problema grande. Além das consequências legais, isso pode comprometer:

  • Renovação do visto

  • Mudança de status migratório

  • Aplicações futuras para bolsas e universidades

  • Processos de imigração em outros países

Intercâmbio é projeto de médio e longo prazo. Um erro agora pode fechar portas lá na frente.

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Foto de capa por Rodeo Project Management Software na Unsplash

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